O Tempo é Hoje!

sexta-feira, 11 de novembro de 2016


Por isso Deus estabelece outra vez um determinado dia, chamando-o “hoje” (…) “Se hoje vocês ouvirem a sua voz, não endureçam o coração”. — (Hebreus 4:7—NVI)

Mais um ano vai se findando e com ele planos que nem saíram do papel. Um novo ano se aproxima, assim como nossas listas atualizadas de desejos (muitos deles que iniciarão a sina da procrastinação). Nos empolgamos com dezenas de filmes para ver, livros para ler. Talvez um novo corte de cabelo e quem sabe um novo estilo para barba? Novas tendências para vestir, lugares novos para ir. Estamos sempre em busca de vivências não conhecidas e sensações nunca experimentadas.

Um novo ano traz sempre esperança de dias melhores. É como entrar num estado de espírito onde tudo se torna possível. Muitas vezes nem consideramos pensar sobre as dificuldades que iremos encontrar pelo caminho que traçamos, pois, num novo ano não cabe “pensamentos negativos”. E assim mergulhamos quase sem pensar, quase sem ponderar nossos caminhos.

Mas independente de como começamos este ano, dos erros que cometemos, dos acertos que tivemos, o hoje está diante de nós. E é neste tempo que o Senhor quer nos encontrar. Temos a oportunidade no presente de vivermos, agirmos e reagirmos diferente. Bem mais que um momento de se fazer promessas vãs é uma chance de recomeçar. Não deixe para depois, para um novo ano a promessa de ser melhor, seja hoje a realidade. Cristo nos convida a viver uma vida abundante agora e já.

“Um ano só é novo se novo for o homem” — Marcos Almeida



LEONARDO CARVALHO é blogueiro e autor do Reformando Conceitos. Esposo da Cláudia (com quem escreve no e a gente se encontrou), pai da Tábata. Também é colaborador do Blog Apologetas. É músico e compositor. Formado em Teologia Ministerial no Seminário Vida Nova, cursa o bacharelado na FBMG. É membro da PIB Nova York em Belo Horizonte (MG).

Tu me Amas?

sexta-feira, 10 de junho de 2016


A pergunta de Jesus a Pedro, em João 21:1-17, nos remete aos primórdios da Psicologia, ou seja, ao tratamento que Jesus dispensou a Pedro. A cura das feridas emocionais é antes de tudo um caminho novo, que envolve afeto, amizade, o "se gostar". Vemos aqui traçada a linha divisória entre a velha e a nova espiritualidade na vida de Pedro.
Antes, um Pedro valente o suficiente para cortar a orelha do servo do Sumo Sacerdote a espada, mas que perde a valentia em seguida, a ponto até de negar conhecer a Jesus. Um Pedro sujeito, como nós, aos riscos de se achar pronto e inteiro para atuar nas relações de ajuda, sofrendo da "Síndrome de Super-homem", só porque foi escolhido... "Eu?! Jamais te abandonarei! Jamais falharei!" Um Pedro que esqueceu que somos pó e apenas isso!
No entanto, a vida de Pedro muda quando Jesus faz aquela pergunta tão desconcertante: Tu me amas? Jesus não lhe perguntou: "Quantos você escutou hoje?" ou "Quantas horas você tem dedicado à sua igreja?" ou ao seu trabalho? ou a cursos de especialização? Tudo isto é muito bom, muito importante, mas a pergunta que Jesus nos faz é: Tu me amas?
A velha e a nova espiritualidade! A proposta de Jesus muda nosso modo de encarar as relações de ajuda, pois está baseada no afeto. O Pedro que emerge deste contato terapêutico é um Pedro corajoso, decidido, mas também muito mais amoroso, capaz de superar preconceitos antigos.
Jesus nos convida para uma nova espiritualidade baseada na intimidade! Estar em Sua esperança, em solitude, é que vai criar em nós este sentimento, e não temos dificuldade para "marcar uma hora" com nosso Deus... O que eu quero dizer é que estar na presença de Deus, em silêncio, lendo a Sua Palavra, meditando, criando um tempo para este compartilhar, é bem diferente! Deixar a Palavra do próprio Deus penetrar, usando nossos sentidos, tentando enxergar a cena, ouvir os ruídos, sentir os gostos e cheiros, enfim, mergulhar na Palavra e se deixar encharcar por Ela! 
E aí sim, depois de estar tão pertinho do Pai, sentirmos o seu calor, seu abraço e seu afeto, como é bom trabalhar! Mas a minha prioridade é dizer a Deus o quanto eu o amo! Meu Deus, Pastor da minha alma e Redentor meu!


Roseli M. Künrich de Oliveira é graduada em Psicologia pela Universidade Paulista (UNIP) de São Paulo, Especialista em Terapia Familiar e com Mestrado em Teologia pela Escola Superior de Teologia (EST), no Rio Grande do Sul. Vice-presidente do Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos (CPPC Sul), e membro da Associação de Assessoramento e Pastoral da Família (EIRENE). Autora do livro "Cuidando de quem Cuida: um olhar de Cuidados aos que ministram a Palavra de Deus", Editora Sinodal e co-autora em De Bençãos e Traições, a história das famílias de Abraão, Isaque e Jacó, Ed. Ultimato/ Esperança.

A procura de algo mais

quinta-feira, 9 de junho de 2016


Conta-se uma história sobre William Randolph Hearst, o falecido editor jornalístico. Hearst investiu uma fortuna em colecionar grandes obras de arte. Um dia ele leu sobre algumas valiosas obras de arte e decidiu que deveria adicioná-las à sua coleção. Enviou seu agente ao exterior para localizá-las e comprá-las. Meses se passaram antes que o agente voltasse e relatasse a Hearst que os itens haviam finalmente sido achados — eles estavam guardados em seu próprio armazém. Hearst os havia comprado anos atrás!

Extraído do livro A "Procura De Algo Mais" de John MacArthur

O séquito do perdão

terça-feira, 31 de maio de 2016


Uma boa notícia precisa ser dada aos encurvados. Não aos fisicamente encurvados, por causa de algum problema de coluna. Mas aos emocionalmente encurvados, aqueles que estão carregando sobre os ombros há pouco tempo ou há muito tempo o peso das coisas erradas feitas por querer ou por não querer. Quem precisa dar essa boa notícia são os pais aos seus filhos, os pastores às suas ovelhas, o pároco aos seus paroquianos, os profissionais de saúde mental aos seus pacientes, os amigos aos seus amigos.

A boa notícia é que o perdão existe. Perdão de toda coisa errada, de todo pecado, de toda transgressão, de todo equívoco, de todo crime, de toda loucura. Esse é o âmago do cristianismo. Essa é a razão pela qual Jesus veio ao mundo. Esse é o motivo pelo qual Jesus foi levado ao matadouro. Essa é a boa notícia que os missionários têm de levar até os confins da terra.

O perdão em sua plenitude é algo eticamente inadmissível. Só existe por causa da graça de Deus. A graça é maravilhosa demais, é alta demais, é larga demais, é comprida demais, é profunda demais. A graça não é prêmio, não é recompensa, não é brinde, não é sorteio, não é mercadoria, não é troco, não é pensamento positivo. A graça não é uma agradável mentira que os pastores, os párocos, os conselheiros e os psicólogos pregam para nós. Nem uma agradável mentira que nós pregamos para nós. Graça é graça e pronto.

O que pouco se sabe, o que pouco se prega, o que ainda não foi plenamente atinado, tanto pelo necessitado do perdão como pelos pregadores do perdão, é que o perdão nunca vem sozinho. Ele está atrelado a outros resultados. Quando o perdão chega, chegam também os seus componentes, os seus acompanhantes, o seu séquito, a sua trupe.

Encurvados, prestem atenção! Pastores, párocos, missionários, psicólogos, pais e mães, avôs e avós todos prestem atenção. Os que estão internados em alguma clínica, os que estão encarcerados, os que estão no corredor da morte, os que estão no caminho do suicídio, os que estão no confessionário, prestem todos muita atenção! O perdão dado por Deus, o perfeito perdão, o perdão completo, o perdão proporcionado pela graça e tornado possível por causa da Sexta-feira Santa, torna-nos:

... [...]

Livres da culpa - A culpa some, a culpa vai embora, a culpa afogase no fundo do oceano (Mq 7.19).

Livres do remorso - Aquela dor no íntimo, aquela inquietação da consciência culpada, aquele remordimento constante some, vai embora, afogase no fundo do oceano.

Livres da vergonha - aquele rosto corado de vergonha, aquele rosto ruborizado, aquela marca de Caim some, vai embora, afogase no fundo do oceano.

Livres da lembrança - Aquela triste história, aquele capítulo da vida, aquele horrível episódio some, vai embora, afogase no fundo do oceano.

... [...]

A graça de Deus é perfeita, é completa, é curativa. Deus não faz nada pela metade. O perdão cura tudo, não apenas parte, não apenas a metade, não apenas 99% do trauma. Imaginemos se Pedro ficasse livre apenas da culpa, e continuasse por toda a vida com o remorso, a vergonha e a lembrança daquele fracasso da tríplice negação!

Essa pastoral está firmada na promessa de Deus a Jerusalém até então coberta de vileza: 

Não tenha medo, pois não provarás mais vergonha, não te sintas mais ultrajada, pois não precisarás enrubescer, esquecerás a vergonha de tua adolescência, a chacota sobre a tua viuvez, não te lembrarás mais dela!” 
(Is 54.4, TEB).





Elben M. Lenz César (1930-2016) foi Pastor Presbiteriano. Fundou e dirigiu a Revista Ultimato, de 1968 a 2016.

Terry Crews conta como a pornografia quase destruiu sua vida

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016


O
ator norte-americano Terry Crews possui porte físico de herói de ação – e mostra isso bem na franquia “Os Mercenários”. Entretanto, seu bom humor e extroversão em contraste com a aparência parruda acabaram por garantir destaque em papéis mais voltados para o humor.


Eternizado como o Latrell de “As Branquelas” cantando A Thousand Miles e também no papel de Julius, popularmente chamado de “o pai do Chris” (Todo Mundo Odeia o Chris), o ator decidiu usar as redes sociais para tratar de um problema que, finalmente, está tomando a atenção devida.
Viciado em pornografia por muito tempo, Terry conta como isso quase destruiu seu casamento e sua vida; como as pessoas, e ele mesmo, tinham dificuldade em admitir que fosse possível alguém ser viciado em conteúdo pornográfico.
O ator também fala das consequências graves que a pornografia pode causar, como também encoraja as pessoas a exporem esse problema e buscarem ajuda.
“Ela [a pornografia] muda a maneira como você pensa sobre as pessoas. As pessoas se tornam objetos.”
O vídeo foi gravado de maneira bastante pessoal, em seu próprio smartphone, e postado diretamente em sua página no facebook. Para assistir a publicação original clique aqui. Logo abaixo você confere uma versão legendada, postada na rede:






http://www.catavento.me/
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É cristão, jurista, gosta de escrever e jogar video-game nas horas vagas. 
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