Ed Sheeran... I See Fire - O Hobbit: A desolação de Smaug

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013


O britânico Ed Sheeran lançou recentemente sua mais nova música "I See Fire"; destaque como trilha em 'O Hobbit: A Desolação de Smaug'. Sheeran toca todos os instrumentos exceto violoncelo. A canção tecnicamente o torna elegível para a "Melhor Canção Original" do Oscar 2014. Além disso, "I See Fire" lembra canções folclóricas irlandesas. Sem dúvida uma das mais belas trilhas de cinema dos últimos tempos. Confira!




Os 12 livros de 2013 que os cristãos devem ler


O final do ano é tempo de retrospectivas. O que de melhor foi publicado no Brasil em 2013 sobre a fé cristã? São doze os meses do ano, e são doze as indicações. Incluí nesta lista somente livros publicados no Brasil este ano, de autores brasileiros ou traduções. Esses são os livros que considero serem as principais contribuições para o avanço da reflexão cristã no Brasil, para o estudo bíblico e teológico e para uma percepção mais acurada do significa ser um discípulo de Jesus Cristo. 

Esta seleção visa municiar o pensador cristão com as obras mais bem escritas, mais interessantes, ricas, controversas e, logo, indispensáveis. Estes são os doze incontornáveis, um para cada mês. O leitor destas obras não ficará ileso: poderá discordar das ideias, se sentir ofendido, impactado, fora da sua zona de conforto, estimulado, empolgado, horrorizado, mas não ficará indiferente a eles. São livros que nos fazem pensar, refletir sobre nossas convicções, para alterá-las ou confirmá-las. Só há uma coisa que ninguém deve fazer: ignorá-los.

Evidentemente, esta lista (como qualquer outra) é pessoal, e o leitor poderá discordar ou concordar à vontade. A amizade continuará a mesma. Espero poder ter contribuído para a reflexão cristã inteligente e equilibrada, e poder ter estimulado a muitos para se tornar um teólogo contemporâneo autodidata. Listei as doze obras de 2013 selecionadas na ordem de relevância. Aproveito para lhes desejar um ótimo 2014, com muitas e boas leituras.


1. A Ressurreição do Filho de Deus. N.T. Wright. Editora Paulus.


Possivelmente o melhor lançamento do ano, este livro de postura moderada nos estudos acadêmicos acerca de Jesus foi escrita por um homem de fé que é também um dos mais inteligentes e admirados biblistas contemporâneos. O anglicano Nicholas Thomas Wright (1948-) é o autor de “Paulo: Novas Perspectivas” (Loyola, 2009), e do excelente Simplesmente Cristão (Ultimato, 2008). Wright é constante na qualidade e profundidade de seus escritos. Já publicou mais de vinte livros de qualidade incontestável, que o tornam um dos maiores teólogos de nosso tempo. Ao mesmo tempo erudito e piedoso, Wright é um modelo para todo escritor e pensador cristão.


2. Jesus em Nova Perspectiva: O Que os Estudos sobre o Jesus Histórico Deixaram para Trás.James D. G. Dunn. Editora Paulus.


Menos específico que o anterior, porém mais didático e mais provocador, esta obra é excelente para quem quer se inteirar dos mais recentes avanços nos estudos sobre Jesus. James Dunn (1939-), talvez o maior biblista vivo, autor do essencial “Unidade e Diversidade no Novo Testamento” (Academia Cristã, 2009) e também do excelente “A Nova Perspectiva em Paulo” (Paulus, 2011), exemplifica muito bem neste novo título aquilo que chamo de “leitura dupla”, ao mesmo tempo atenta e generosa, buscando aprender, e por outro lado, crítica e desconfiada. Assim Dunn analisa os estudos de Jesus, e é assim que devemos abordar qualquer obra ou tradição teórico-conceitual, inclusive as tradições teológicas. 


3. Pós-Escritos às Migalhas Filosóficas. Volume 1. Soren Kierkegaard. Editora Vozes.


Finalmente é publicada no Brasil a obra-prima de Søren Kierkegaard (1813-1855), “Afsluttende Uvidenskabelig Efterskrift” (1846), em uma tradução caprichada de Álvaro Luís Montenegro Valls, um dos maiores intelectuais brasileiros contemporâneos, professor da Unisinos, RS. Foi uma boa maneira de celebrar os 200 anos de seu nascimento. Kierkegaard não é apenas mais um pensador cristão entre outros. Ele é um dos cinco mais importantes pensadores cristãos da história, e é possível propor, sem corar, que é o maior autor de todos os tempos. Não se trata de um livro de meditações bíblicas, como “As Obras do Amor” (1847; Vozes, 2007), mas antes um texto filosófico que discute, entre outras coisas, os fundamentos metateóricos da fé, as categorias da subjetividade, da interioridade, da existencialidade e do ético-religioso, e sua importância para a vida cristã. Este livro, que se propõe como uma espécie de continuação do essencial “Migalhas Filosóficas” (1844; Vozes, 2008), é um texto difícil, mas que vale muito a pena. Sugiro fazer antes a leitura de “Migalhas Filosóficas”, um livro bem menor em volume aliás, com cerca de 150 páginas, quando comparado ao “Pós-Escritos”, com quase 700 páginas, das quais a metade estão disponíveis neste primeiro volume da tradução.


4. As Divinas Gerações. Paulo Brabo. Fonte Editorial.


Este é o mais importante lançamento de 2013 de um autor brasileiro. Paulo Brabo é provavelmente o mais brilhante e controverso teólogo brasileiro hoje. Sua obra anterior, “Bacia das Almas” (Mundo Cristão, 2009), vendeu aos milhares, surpreendeu e chacoalhou a reflexão evangélica brasileira. Brabo, em seu novo livro, muito melhor, reflete com propriedade sobre os rudimentos da condição cristã, sobre a necessidade de retornar à religião de Jesus, soterrada no cristianismo por toda sorte de sistemas teórico-conceituais insatisfatórios. O que mais surpreende no livro é a beleza da expressividade, a estética acurada, a ironia divertida deste que é um grande mestre da palavra escrita.


5. A Espiritualidade, o Evangelho e a Igreja. Ricardo Barbosa de Sousa. Editora Ultimato.


São raros os livros que nos trazem de volta ao essencial, tratando do tema da espiritualidade cristã de uma forma compreensível e aplicável à vida cotidiana. O novo livro do presbiteriano Ricardo Barbosa é assim. Já conhecíamos os excelentes “O Caminho do Coração: Ensaios sobre a Trindade e a Espiritualidade” (Encontrão, 1996) e também “Janelas para a Vida: A Espiritualidade do Cotidiano” (Encontro da Luz, 2002). Este é superior, mas dá continuidade à obra de um dos mais importantes pastores e místicos brasileiros contemporâneos, um autor que consegue congeminar, como poucos, o texto teórico e erudito com o texto prático e devocional.


6. Uma História Cultural de Israel. Júlio Paulo Tavares Zabatiero. Editora Paulus.


Os estudos do Antigo Testamento estão aqui representados pela obra ao mesmo tempo inovadora e didática de Júlio Zabatiero, possivelmente o mais importante biblista brasileiro hoje, que desde os anos 80 nos tem brindado com artigos e títulos de reflexão bíblica profunda e atual, entre os quais destacamos “Miqueias: Voz dos Sem-Terra” (Loyola, 2010). Recentemente veio à luz o excelente “Para uma Teologia Pública” (Fonte, 2012), uma das melhores introduções à mais relevante reflexão teológica da atualidade, que busca apresentar o papel da teologia na esfera pública, em prol da cidadania e da dignidade humana, nas questões sociais, políticas e econômicas. Em seu novo livro, Zabatiero expõe os processos de construção e transformação da identidade cultural do antigo Israel e expõe as principais controvérsias contemporâneas sobre o assunto. É obra indispensável para quem curte o Antigo Testamento.


7. A Grande Onda Vai Te Pegar: Espetáculo e Ciberespaço na Bola de Neve Church. Eduardo Meinberg de Albuquerque Maranhão Filho. Fonte Editorial.


Este tratado sociológico imparcial e equilibrado nos apresenta um retrato de um dos maiores sucessos de mercado do mundo eclesiástico brasileiro, descrevendo suas estratégias de marketing, e traçando um perfil acurado de seus líderes e seus consumidores e frequentadores. O jovem Eduardo Maranhão já desponta como um dos mais brilhantes sociólogos da religião do Brasil. Especialista nas questões da sociedade da informação e do ciberespaço, também nos presenteou este ano com a organização da obra coletiva “Religiões e Religiosidade no Ciberespaço” (Fonte, 2013), quase tão relevante quanto seu próprio estudo, mais aprofundado, de uma das instituições religiosas que mais se aproveita das novas tecnologias para obter adeptos. A obra é importante para quem quer discutir o problema dos caminhos evangélicos eclesiais contemporâneos.


8. 25 livros que Todo Cristão Deveria Ler. Richard Foster & Dallas Willard. Editora Ultimato.


Pode parecer entranho incluirmos um texto de lista de livros em outra lista de livros. O fato é que aprecio o gênero, e que listas comentadas de livros são muito úteis, principalmente quando magistralmente executadas, como é o caso aqui. O teólogo e místico quaker Richard Foster (1945-) e o recém-falecido filósofo cristão Dallas Willard (1935-2013) são dois dos mais inteligentes e agradáveis autores cristãos norte-americanos do últimos tempos, e nesta obra, com sua seleção das 25 obras imperdíveis para cristãos em toda a história, nos ilustram acerca da riqueza, variedade e profundidade da história da literatura cristã, começando com Agostinho e Dante, passando por Pascal e Bunyan, e terminando com Dostoievski, Chesterton, Nowen e Thomas Merton. O livro é uma aula de história da literatura cristã como raras vezes encontrei. Os comentários são agradáveis e pertinentes, e os livros selecionados estão mesmo entre os mais importantes da história para pensadores cristãos, e o livro nos estimula a buscá-los, o que é excelente.


9. Entre a Cruz e o Arco-Íris. Marília de Camargo Cesar. Editora Gutenberg.


Não há outro tema mais complexo e urgente do que o da homoafetividade. A jornalista Marília Cesar, que já nos felicitou com o importante “Feridos em Nome de Deus” (Mundo Cristão, 2009) volta à carga, com esta obra que descreve, por meio de entrevistas, os meandros das controvérsias, das lutas e das aflições que cercam a existência dos cristãos gays. O livro já foi acusado de ser uma propaganda em defesa da aceitação da homossexualidade pela ética cristã, assim como já foi acusado de ser um texto homofóbico. Quem tem razão? Talvez isso seja uma indicação que a obra é moderada, e que tenta tratar do assunto com isenção jornalística. Devo a Zenon Lotufo Jr., figura ilustre e genial das ciências da religião no Brasil, a lembrança desta frase de Richard Foster: “A homossexualidade é um problema tão inflamável no momento dentro da comunidade cristã que tudo o que for dito será severamente criticado – e provavelmente por uma boa razão” (em “Dinheiro, Sexo e Poder”; Mundo Cristão, 2005). Sem dúvida, será uma contribuição crucial para pastores, conselheiros, psicólogos e filósofos cristãos interessados na questão. 


10. Teologia Arminiana: Mitos e Realidades. Roger E. Olson. Editora Reflexão.


Já há algum tempo que o calvinismo se tornou hegemônico no protestantismo histórico brasileiro, e passou inclusive a ganhar mais e mais adeptos nos campos pentecostais. Já sabemos, como esclareço em meu livro “O Lado Bom do Calvinismo” (Fonte, 2013), que se trata de um equívoco equalizar a tradição calvinista com um tipo específico de calvinismo, a saber, o calvinismo doutrinário ou nootético (ou noutético), um calvinismo racionalista defendido por ultraconservadores no Brasil, um calvinismo que talvez nem Calvino reconheceria. Que não sejam ignoradas outras formulações do calvinismo presentes na tradição, como o calvinismo de cosmovisão holandês, a filosofia reformacional de Dooyeweerd, a teologia dialética, o calvinismo barthiano, e o calvinismo coreano, entre outros. É bem-vindo este contraponto ao calvinismo escrito por uma das mentes mais lúcidas e competentes do mundo evangélico norte-americano, Roger Olson, autor também do polêmico “Contra o Calvinismo” (Reflexão, 2013), outra obra importante deste ano, no qual faz considerações críticas relevantes acerca dos chamados “cinco pontos” de Dort. Em “Teologia Arminiana”, Olson elucida uma série de dúvidas e questões frequentemente levantadas pelos alunos de teologia acerca de Armínio e do arminianismo, e desfaz mitos, apresentando a teologia arminiana como uma alternativa ortodoxa e bíblica ao calvinismo hegemônico e mais conhecido, ou seja, o que se sustenta nos pontos de Dort. O livro interessa tanto aos calvinistas quanto aos seus detratores, pois esclarece melhor as controvérsias e ajuda os teólogos brasileiros a compreenderem melhor este antigo debate, que, mesmo estando fora de moda na academia mundial, continua extremamente relevante no mundo evangélico brasileiro.


11. Zelota: A Vida e a Época de Jesus de Nazaré. Reza Aslan. Editora Zahar.


Este livro interessante e bem escrito, escrito a partir de uma perspectiva teológica liberal, merece a atenção do leitor cristão por ser uma afiada crítica à Bíblia e à teologia. Muitos obscurantistas insistem em afastar o leitor cristão de textos de teologia liberal, que teriam o poder de lhes arrebatar a fé. Isso é uma cretinice, infelizmente bastante frequente em nosso meio, principalmente entre os ambientes de tendência fundamentalista. O pensador cristão só amadurece quando aprende a enfrentar os mais severos e bem construídos argumentos contra a sua fé. Esta obra, entretanto, também instrui e alerta sobre uma faceta do ministério de Jesus que muitas vezes permanece obnubilado: o lado sócio-político e econômico do ensino e das ações de Jesus. Na tradição do clássico de Karl Kautsky, “A Origem do Cristianismo” (Civilização Brasileira, 2010) e antenado com a chamada “busca do Jesus histórico” de autores como Marcus Borg e Dominic Crissan (por exemplo, “A Última Semana”, Nova Fronteira, 2007), o livro é uma excelente fonte de ideias para a teologia pública e para a teologia da missão integral, o estudo de Reza Aslan merece atenção, mesmo se optarmos por rechaçar sua tese central, a de que Jesus foi eminentemente um jovem revolucionário que a tradição posterior transformou em manso pacifista e arauto de uma mensagem de acomodação.


12. A vida de C. S. Lewis: Do Ateísmo às Terras de Nárnia. Alister McGrath. Editora Mundo Cristão.


A publicação deste livro de McGrath, teólogo anglicano, um dos maiores pensadores calvinistas contemporâneos, foi uma boa homenagem aos 50 anos da morte de C. S. Lewis (1898-1963), um dos mais importantes autores cristãos do século XX. O livro conta a vida e a evolução intelectual de Lewis, e discute adequadamente sua rica produção literária, que inclui desde textos teológicos essenciais como “Cristianismo Puro e Simples” (Martins Fontes, 2009) até as conhecidas e amadas “Crônicas de Nárnia” (Martins Fontes, 2009) que falam das verdades do Reino de forma poética e com novas metáforas, expediente fundamental de toda boa reflexão cristã, e adição urgentemente necessária para a especulação teológica brasileira contemporânea, como ensina um dos maiores teólogos brasileiros contemporâneos, Alessandro Rodrigues Rocha, no seu imperdível “Teologia Sistemática no Horizonte Pós-Moderno” (Vida, 2007), sua tese de mestrado defendida no Seminário Batista do Sul, sob orientação do notável pastor presbiteriano Eduardo Rosa Pedreira. Nada melhor do que fechar este artigo com esta demonstração de que a teologia brasileira está chegando a um estágio louvável de maturidade. Nossa esperança nestes dias de Natal, tempo de esperança, é que a teologia brasileira continue assim: crítica, diversificada, criativa e, mesmo assim, fiel à Palavra Eterna.


• Ricardo Quadros Gouvêa é pastor da Igreja Presbiteriana do Bairro do Limão (São Paulo) e professor do programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da Universidade Presbiteriana Mackenzie.



Um homem para “um tempo como este”

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013


Tendo alcançado a significativa idade de 95 anos, foi em sua própria casa que ele veio a falecer. A mídia redirecionou suas matérias e personalidades mundiais modificaram suas agendas para prestar homenagem a este que foi, certamente, um dos maiores líderes do nosso tempo. Nelson Mandela foi um homem para o seu tempo, serviu a sua geração com grandeza e semeou no mundo uma mensagem de paz. Nelson Mandela morreu e já temos saudade de líderes como ele.

A vida de Mandela foi um mistério. Um surpreendente mistério! Não é fácil imaginar alguém sair de tantos anos de cárcere ininterrupto, radical e cruel como ele fez: com uma mensagem que visava a construção de uma nação, promovia esforços conciliadores em meio a uma sociedade violentamente dividida e recebia as pessoas com um sorriso nos lábios. Foi assim que Nelson Mandela, com mais de 70 anos de idade, saiu da prisão no dia 11 de fevereiro de 1990, depois de 27 anos preso. Um mistério carregado de graça, eu diria. A graça de Deus que moldou o seu coração e lhe deu entendimento para o tempo que ele vivia e o que dele se esperava. Nelson Mandela foi um presente de Deus para a África do Sul e para todos nós que tivemos o privilégio de ser inspirados pela sua estatura humana e a sua grandeza política. Ele foi um estadista da paz!

Eu não tive o privilégio de encontrá-lo pessoalmente, mas tive a oportunidade de recepcionar e escutar a sua atual esposa, Grace Machel. Num dos eventos que a Visão Mundial realizou na África do Sul, nós a ouvimos falar sobre o desafio de cuidar das crianças, especialmente das crianças pobres, no continente africano. Ela era, afinal, uma respeitada e confiável embaixadora da causa infantil e nós a recebemos com reverência, sabendo que ela tinha autoridade no que dizia. Ela também, assim como o seu esposo, tinha uma causa e um testemunho de vida dignos de serem recebidos com gratidão. Nós não somos tão famosos como Nelson Mandela nem como Grace Machel, mas a graça de Deus também quer nos dar uma causa pela qual vale a pena viver e morrer. Uma causa que busca a reconciliação das pessoas, a construção de uma nação mais justa e um cuidado para com as nossas crianças no objetivo de que elas possam florescer como Deus quer, para mencionar só alguns dos desafios que estão diante de nós hoje.

Hoje Nelson Mandela já não está entre nós e isso nos deixa mais pobres. Mas podemos estar certos de que não amanhecemos sem a graça de Deus, que o inspirou ontem e quer nos inspirar hoje. A graça de Deus nos alcança nos momentos e lugares mais difíceis, como o próprio Mandela experimentou, e nos leva a deixar a nossa vida ser marcada pela busca do perdão e da reconciliação, da justiça e da verdade, do amor e da esperança. E disso nós, que nos dizemos cristãos, deveríamos entender um pouco.

Valdir Steuernagel, pelo Conselho Gestor da Aliança Evangélica


"Eu sou um cristão agora!" Paul Walker

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

“Eu sou um cristão agora. As coisas que me deixaram louco enquanto eu crescia é como todo mundo fica procurando os erros das religiões diferentes da sua. As únicas pessoas que não entendo são os ateus. Eu pratico surfe e snowboard, estou sempre por perto da natureza. Olho para tudo isso e penso: ‘Quem pode acreditar que não existe um Deus? Tudo isso é um engano?’ Isso só me deixa chocado”.

Declaração da biografia oficial de Walker no IMDB - Christian Post


1# à 5# Zé Bruno - Já te disseram que você já é feliz?

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013










Josh Garrels

terça-feira, 3 de dezembro de 2013


É sempre um prazer compartilhar boas dicas. E é com muita felicidade que apresento a você que não conhece um músico de extremo talento e refinado gosto para compor e se expressar. Seu nome é Josh Garrels. A primeira vez que ouvi falar deste músico foi no site ElevArte. Sempre temos ecos de tantos que surgem no "States", mas pouquíssimo de cantores  que surgiram de maneira independente que consolidaram seu trabalho. 

De voz peculiar, Josh Garrels passou mais de uma década criando músicas que expressam compaixão, esperança, saudade, e libertação. Cultivando uma mistura de gêneros como folk e hip hop, a música de Garrels está intrinsecamente tecida em sua história de vida. No contexto está a família, fé, raízes e a comunidade em torno de sua obra.

Garrels faz ouvir a sua voz em um mundo onde sua música que fica no espaço entre acessibilidade, honestidade e luta, celebra o mistério da fé com autenticidade e coração. Em vez de alienar ouvintes, Garrels desafia na fé os fãs de todas as origens. Sua música continua crescendo de forma constante.

Muitas das canções no catálogo de Garrels evocar. Eu sempre tive uma profunda ligação com a floresta, campos e lagos. Eles de alguma forma me fazem sentir livre e atemporal, mas também corajoso e decidido diz Garrels. Seu pai era um andarilho ávido, e levava a família em caminhadas na mata.

“Durante toda a minha vida, quando eu estive no meio de uma crise pessoal, mágoa, ou necessidade espiritual, tenho ido à natureza para orar, pensar e até mesmo gritar e chorar. "

Desde o início de sua carreira, Garrels escolheu se auto gravar, mixar, produzir e distribuir registros sem gestão ou representação da indústria rótulo, a começar com as gravações de lo-fi Stonetree (2002), Underquiet (2003) e The sea in between (2006).

Em 2005, casou-se com Michelle em Indianápolis, onde o par viveu por quase três anos antes de se mudar para uma antiga casa de madeira em Eaton, Indiana. 

O último trabalho do cantor é um documentário chamado "The sea in between", em parceria. É fantástico. As músicas deste trabalho estão disponíveis para download por tempo limitado no site do NoiseTradeNão perca essa rica oportunidade.


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